O Herói do Século 21

O Herói do Século 21

Criado em 1991 por Sandro Marcelo Farias, este personagem é inspirado em seu criador e no seu sonho de ser um super-herói.

O soldado da Aeronáutica Sandro Marcelo Farias sofria de um tipo raro de tumor cerebral. O Hospital da Aeronáutica, na pessoa do Major Lopes, sugeriu um tratamento experimental. Durante o tratamento, a família foi informada que o rapaz fora contaminado por uma forte carga de radiação e permaneceria isolado para o resto da vida.

Na verdade o “tratamento experimental” era uma experiência para o Projeto Metegenoma, coordenado pelo Major. O Projeto possui suas instalações no subsolo do Hospital da Aeronáutica e apenas o Coronel Aurino, comandante do Hospital, sabe de sua existência na unidade. Os demais militares do Hospital desconhecem a organização. Um biochip de controle foi instalado antes da cirurgia para dar ao Projeto o controle sobre sua nova cobaia. O tumor foi curado através do bombardeamento de Radiação e ministração de uma misteriosa droga chamada Mutacil e Sandro ganhou superpoderes, mas o biochip foi estrategicamente  fixado ao seu córtex motor primário, de forma que apenas um cirurgião habilidoso pudesse removê-lo. Através dele o Major Lopes provocava dor intensa no Conversor e em casos mais graves poderia ativar um explosivo embutido no biochip, matando herói.

Através destas ameaças ele recebeu o nome de  Conversor e foi obrigado a executar uma série de missões para o Projeto Metagenoma, tais como recapturar o Mestre da Noite (outro operativo do Projeto, mas que não possuía um biochip), o Zíper, e apreender o misterioso Humandróide.

Atualmente o Conversor trabalha com seus colegas Fissão e Couraça, também experimentos do Projeto, em um plano para escapar daquele lugar e retomar suas vidas.

Personalidade:

O Conversor é rebelde  por natureza e não está feliz com essa clausura no Projeto Metagenoma. Não gosta de autoridade, principalmente carregada de soberba. É leal com seus amigos  por eles faz o impossível. Extremamente passional, ele vive o tempo todo tentando controlar suas emoções para que não faça besteiras agindo por impulso.

Após absorver e reprocessar a energia, o Conversor a redireciona sobre o Humandróide na primeira edição da revista Conversor.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Poderes:

Os poderes do Conversor incluem, além da conversão de gravidade que lhe permite voar, transmutação da matéria corporal, que lhe confere força física em determinadas composições como aço ou titânio, absorção de todo tipo de energia (menos energia vital), reprocessamento dessa energia, conversão dela em qualquer outra e redirecionamento quando necessário na forma de rajadas ou emanação. Quando transmuta a própria matéria, o Conversor regenera qualquer dano sofrido e desfaz qualquer anomalia  como estase, por exemplo. Novos elementos para transmutação podem ser “aprendidos” através do toque, fazendo com que ele possa assumir propriedades de elementos materiais de outros planetas ou universos. Entretanto, estes poderes (com exceção da conversão de gravidade) não funcionam simultaneamente.

A roupa usada durante a experiência que deu os podres ao Conversor era um traje vivo não senciente que tornou-se parte de seu corpo, mas que pode ser moldado à sua vontade, mas nunca ser separado do corpo. O traje pode assumir a forma de roupas comuns e até mesmo se compactar na forma de um óculos ou um boné, por exemplo, além de poder “escorregar” pelos poros para baixo da pele, embora não possa passar muito tempo nessa condição.

Familiares e Amigos:

França (Pai), Marília (Mãe), Mano e Abu (irmãos), Suzy (irmã), Rita, Rinaldo, Alverne e Aleandre (amigos) e Simone (namorada).

Aparição em Publicações:

Conversor Ano Um (série regular), O Grito da Terra, Conversor Especial – O Verdadeiro Herói.